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Home office: existe uma receita?

November 6, 2019

 

A tradução literal da expressão inglesa home office, é “escritório em casa”. Antigamente, falava-se em home office e as pessoas já imaginavam freelancers ou profissionais liberais (advogados, arquitetos, jornalistas, etc), inclusive os dicionários de sinônimos on –line, atrelam o termo à profissionais autônomos. Home office é o trabalho realizado em espaço alternativo ao escritório da empresa. (Acreditem, já trabalhei “home-office” sentada em uma sala de espera de um pronto socorro!).

 

Para uma pessoa como eu, que as últimas atividades laborais foram em escritórios de empresas, o home office surgiu como uma surpresa e mais do que isso, um desafio. É tentador poder trabalhar o dia todo vestindo roupão de soft, toalha na cabeça e uma xícara de chá nas mãos, mas é muito mais do que isso. Exige uma habilidade que não sabemos se possuímos, mas temos que desenvolver: disciplina – e essa é a palavra que rege o modelo de trabalho em questão.

 

Em um emprego convencional, que você “bate cartão”, tem uma chefia a todo instante ao lado, horários para entrar, sair, comer, atender uma ligação da escola do filho, quiçá ir ao banheiro! E, o que me espantou nos primeiros dias de home office, foi que eu estava só, em um oceano de dúvidas. E não eram dúvidas por falta de treinamento e/ou conhecimento em relação à atividade que eu exerceria. Eram dúvidas pessoais: Eu vou conseguir? Qual horário posso parar? Alguém irá reconhecer o quanto estou me dedicando?

 

As duas primeiras semanas foram desafiadoras e tive medo. Medo de não atingir as expectativas de quem me contratou e confiou que eu daria o meu melhor. E foi daí que surgiram novos questionamentos: eu estava confiando em mim? Na minha capacidade de gerenciar o tempo (?), algo tão simples e ao mesmo tempo tão importante.

Obviamente tive (e ainda tenho!) alguém que me deu um norte e sigo tarefas pré-agendadas em um CRM; mas, ao longo dos dias, fui aprendendo a gerenciá-las, definir quais eram as prioridades, o que eu poderia “deixar para depois”, e o que eu deveria tratar com certa urgência.

 

Hoje, posso afirmar que me adaptei rapidamente a este modelo de trabalho que, no Brasil ainda é pouco utilizado e porque não dizer, recente. Há uma relação de confiança entre contratada e contratante e, mais do que isso, há reconhecimento e existem maneiras de demonstrar produtividade. Sabendo gerenciar seu tempo, o home office realmente será o “melhor emprego do mundo!” – que é a expressão que mais ouço quando explico o que eu faço.

 

Pude contar com a colaboração da minha família e, quer incentivo maior do que não precisar ficar horas no trânsito, poder almoçar com seu filho, ou ter um plano de saúde e poder utilizá-lo de fato?! Se existe uma receita não sei, não sou especialista, sou apenas uma entusiasta quando o assunto é desafio. Mas, se eu puder dar um conselho: tenham sempre como pilares do bom desempenho de sua atividade laboral home office, a organização e acima de tudo o comprometimento.

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